domingo, 13 de março de 2011

Hey, kids, leave the shoppings alone!

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Eu tinha escrito bastante desse post, mas aí apaguei, porque percebi que estava incrivelmente mal-escrito e enrolado.

Vamos direto ao ponto: minha vida é uma coisa incrivelmente sem-graça. Não tenho nenhuma história para contar e emocionar as pessoas, nunca passei por nenhuma história que mereça ser contada, simplesmente por não serem interessantes.
A maioria das pessoas é assim mesmo. Nascem e morrem sem causar nenhum impacto no mundo. E a maior parte das pessoas da minha idade não tem histórias para contar mesmo, afinal, eu vivi bem pouco ainda.

Mas não é essa a questão.

A maior parte das pessoas que eu conheço acham que ir pro shopping com as amigas é o máximo, que tacar uma pipoquinha na cabeça de uma pessoa e sair correndo depois é "zoação" extrema e merece ser contado para todo mundo ("NOSSA, FOI FODA! A GENTE É LOUCA MESMO, TACAMOS UMA PIPOCA NA CABEÇA DE UMA PESSOA E SAÍMOS CORRENDO DEPOIS! AUSHUAHSUAHUSHAUHSUHAUSHAUSHASU") e que ficar dando voltas e voltas e voltas, e depois dar mais duas voltas ainda (ou três, quem sabe...) no shopping, fazendo fofoquinha, é o melhor programa para sábados, domingos, feriados, férias, depois das aulas, todos os 7 dias das semanas e até mais 1!
Aí fica uma coisa meio assim:

Você (estou me referindo a mim, na verdade): Não tenho nada pra fazer hoje.
Coleguinha: VAMOS PRO SHOPZ!!!!!
Você: ...não tenho nada pra fazer hoje.

Só digo isso. Na verdade, nem me convidam (não que eu lamente por isso). Mas aí me dizem "você só fica no computador, você não tem vida, vai sair com seus amigos!", e ficam as perguntas na cabeça:

a) Sair pra fazer o que? Ir pro shopping, continuar sem fazer nada, só que invés da tranquilidade da sua casa, aquela barulheira e gente te encarando e aquele cheiro de praça de alimentação, com um monte de gente te ignorando?
b) Que amigos?

Não é que eu não tenho amigos. Mas é assim: tenho meus amigos nerds, que não saem de casa e não convidam ninguém para ir na casa deles, e minhas amigas que idolatram ir no shopping, que eu tenho incrivelmente pouco em comum. E sabe, eu acho isso meio irritante. Não que eu não goste das minhas amigas, mas se eu já não tenho muito o que conversar com elas na escola, imagina fora. Eu não saio com vocês porque eu acho chato o que vocês fazem e acho tosco quando vocês tacam uma pipoca na cabeça de uma pessoa e acha que foi uma aventura, não é porque eu não gosto de vocês. ...Digo, depende. Vocês são minhas amigas, mas eu gosto de ficar com vocês na escola, aceitem esse fato e me deixem passar a tarde no videogame sem pensar que eu não gosto de vocês.
"Ai, então depois não fica reclamando que você nunca sai de casa, você que não quer" eu não quero mesmo, mas eu reclamo mesmo assim. Quando eu quero sair de casa, eu quero fazer algo que eu goste, então do que adiantaria eu sair pra fazer boxta nenhuma viver altas aventuras l0ks jogando uma pipoca na cabeça de alguém e sair correndo depois?

E é por isso que o nome deste blog é "(Pequenas) Aventuras de Jovens Marcianas", mas de "(pequena) aventura" não há nada.

Quando me convidarem para sair andando por aí, passar a noite jogando videogame, escalar algumas montanhas e destruir museus de arte ruim, aí sim. Por enquanto, eu fico em casa mesmo, reclamando no blog like a fracassada boss.

PS: Outro dia eu sonhei que uns conhecidos meus destruiram um museu de arte ruim por diversão, por isso citei ali no meio

PS2: Uma das coisas mais abomináveis nos shoppings é que tem vários grupinhos de várias escolas se encarando, se xingando, rindo uns dos outros, como se fosse uma espécie de competição. *bocejo*

PS3: minha filosofia de vida é "nunca há PS's suficientes".

PS4: Desculpem se esse blog não é o que vocês imaginavam ser. Mentira, nem me desculpo, o blog é meu e da marciana M e a gente posta o que der e vier, THIS IS SPARTA LIBERDADE DE EXPRESSÃO!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Beber e ser foda

had to laugh!

Novamente, vim escrever sem idéia nenhuma prevista. Inspiração é algo difícil de se encontrar nos dias de hoje, my friend (mentira, quem é pr0 acha inspiração like a boss, eu que não fui feita pra isso).
Eu acabei de beber café, e isso me fez lembrar que tem muita gente por aí que se acha culto por beber café. Por favor, né. Café é só uma bebida, imagina se as pessoas se achassem cultas por beberem Fanta Laranja! Certo que ser viciado em Fanta Laranja é deprimente, masss...
Se achar culto por beber café é tão sem sentido quanto se achar foda por beber coisas alcoólicas (álcool de posto de gasolina, acetona...) e ficar bêbado e dar ~alok~ por aí... com 13 anos. Não só com 13 anos, isso é tosco em todas as idades, mas convenhamos, o que uma criança de 14 anos está fazendo com uma garrafa de vodca na mão e se achando foda por isso? "Ai as regras foram feitas para serem quebradas e eu sou foda" continua pensando assim que você vai passar a vida na prisão, e devo te dizer que não há nada foda na prisão... por experiência própria.



... mentira, gente.

Mas olha, criança, não há nada de foda nisso, você só está sendo ridícula. Desculpa. Ou melhor, nem me desculpo, verdades foram feitas para serem jogadas na cara mesmo. Se você escalar o Everest, e lá no alto, zerar os três jogos do Professor Layton sem usar nenhuma hint coin, tudo isso extremamente alcoolizado, cambaleando, vomitando e com dor de cabeça, aí a gente pode cogitar em pensar se você é realmente foda, porque ainda assim, você tem 14 anos e fica bebendo até cair.

E... é, perdi a inspiração para escrever (e nesse exato momento, meu namorado volta ao msn, o que significa que eu não vou conseguir escrever nada aqui). Desculpem, mas como eu disse, eu estava sem nada programado para escrever, então estou incapacitada de fazer um final decente.
Abraços e corações e beijinhos e coisas boas para vocês, que são fodas de verdade. E se você não for, apenas um prêmio de consolação.

PS: Se sua desculpa para beber for a mesma da linda imagem acima, aí tudo bem, você passa por essa. Tô precisando ser mais interessante mesmo.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Post sem foto, sem idéia, sem nada de útil

Aviso logo de cara que esse post não foi planejado, pensado nem nada, só decidi vir aqui e escrever, ver o que dá.

Você está numa sala, há nove portas em sua frente à sua escolha, e oito pessoas, te olhando com cara de assustadas. Você não sabe como foi parar lá, nem porque, nem quando, e só de olhar para os rostos assustados das outras oito pessoas, você percebe que elas não sabem muito mais do que você. Você não consegue parar de pensar em "escolha com sabedoria", apesar de não fazer idéia do porquê daquele pensamento, meio como se ele tivesse sido imposto em sua cabeça por outra pessoa, meio que uma tatuagem dentro do seu cérebro. Você deduz que é preciso escolher uma pessoa e uma porta para sair daquele lugar -- mas o que aconteceria aos outros? Você sabe que precisa escolher com sabedoria, então começa a ver pessoa por pessoa, assustado por assustado. O primeiro, da direita, é um jovem que pratica parkour, extremamente ágil. Porque você sabia dessa informação: não sabe. A menina ao lado dele não era muito velha, deveria ter uns 14 anos, e era a melhor aluna da sala, quase que uma prodígio. Em seguida, vinha um velho rico, desses que resolvia tudo só mostrando a carteira. Aí tinha um cara que parecia ser lutador, era muito forte e muito grande. Ao seu lado, uma jovenzinha que você não sabia nada sobre, por mais que se esforçava. Só sabia que a cara de assustada dela lhe comovia mais do que qualquer um, e que você sentia que precisava ajudar ela, mesmo não tendo certeza se era ela a melhor escolha. Depois tinha uma menina que não era exatamente boa na escola, mas era viciada em quebra-cabeças e charadas, e do seu lado, uma garota bem baixinha, capaz de se enfiar em qualquer buraco na parede. E, por fim, um cara extremamente alto, capaz de enxergar a distâncias maiores e de alcançar lugares que poucos alcançam, apesar de ter uma cara de bobo. Você é um cara, e precisa fazer a melhor escolha, considerando que não sabe o que virá atrás da porta que você escolher. Qual seria sua escolha?

Enfim, tô com 999 (Nine Hours, Nine People, Nine Doors) na cabeça, porque comecei a jogar recentemente, então é por isso que escolhi nove portas e nove pessoas. Eu já pensei qual seria a melhor escolha, e acho que faz sentido, mas isso é o que eu penso, então fica por mim. Aliás, se você tiver um Nintendo DS (ou um emulador de ds que preste), gostar de jogos de escape, entender inglês e não se importar do jogo ser muito assustados e sinixtro, recomendo o jogo, apesar de não ter terminado o jogo ainda. Ele tem 6 finais, um final bom e 5 finais ruins, que dependem das suas escolhas durante o jogo. Ahn..
BOM, FINALIZANDO! Escrever sem idéia alguma não é uma boa idéia, e eu não quero fl00dar a página de ninguém.

See ya! o/

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

dois mil e onze

Saudações caros terráqueos e me desculpem pela minha ausência maior do que eu pensava ser.
Sem mais delongas, eu vou logo ao que interessa.O ano de 2010 foi o melhor ano de toda a minha longa e próspera até então vida sem graça. Digamos que foi em 2010 que eu descobri do que eu realmente gosto (porque gostar de algo só porque passa na Disney não é exatamente gostar de alguma coisa). Em sumo, o que eu quero dizer é que foi em 2010 que eu descobri quem eu realmente acho que sou. E isso soou mais clichê do que eu pensava. Vejamos, foi em 2010 que eu descobri do que eu gosto de fazer, de que genêro de música eu gosto de ouvir, foi só em 2010 que me tornei amiga dos livros, foi em 2010 que eu descobri que minha cor favorita é laranja, e todas essas coisas que pelo menos eu julgo serem importantes para se encontrar.
Agora, mudando quase totalmente de assunto.
A minha passagem de ano foi mais feliz do que eu pensava que poderia ter sido. Quero dizer, uma tia me fez classificar os melhores itens, acho que podemos dizer assim, de 2010 (a melhor comida, o melhor doce, o momento mais feliz, o que foi mais árduo enfrentar esse ano, qual foi a conquista, etc...) Esquecendo que a maioria dos itens eu deixei em branco, foi bem produtivo. Ficamos cantando músicas toscas infantis e uma música mais tosca ainda (ou quase) que inventamos na hora. Sim sim, minha passagem de ano foi quase toda baseada em músicas toscas e retrospectivas bobas. Mas acho que foi a chave de ouro de 2010. O único ponto baixo, foi que eu deixei a minha meia laranja cair no mar. Fica como oferenda para Poseidon.
2010 foi um ano em que acontecimentos legais ocorreram, e um ano que eu enterrei um lote e tanto de besteiras. Então, com o lote e tanto de besteiras já enterrado, esse ano tem quase tudo para ser épico, ou tão bom quanto foi 2010. Ou simplesmente normal e monótono e recheado de tédio. Primeira opção, por favor. Épico, tão bom quanto 2010, normal, monótono recheado de tédio e afins ou nada disso vão ter aventuras e desaventuras em 2011, palavra de marciana.
Enfim, 2011 me cheira bem.

Até uma aventura épica ou um acontecimento relevante das nossas vidas de marciana, e bom 2011 épico para vocês, terráqueos que merecem muito por terem muita paciência estarem lendo nosso blog.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2011, here we go!

Olá, queridos lunáticos desocupados que ainda nos acompanham. Depois de muito tempo sem atualizações, eu, B, decidi atualizar isso aqui. Digamos que, tanto eu quanto a M, não temos paciência criatividade e inspiração tempo de atualizar aqui, pois estamos fazendo coisas melhores falando com pessoas importantes escrevendo pra outros blogs cuidando das nossas vidas cheias dos compromissos. Enfim, vamos ao que interessa. Nós e o Spock da sidebar desejamos a você uma vida longa e próspera (em 2011, só!) e esperamos que 2010 tenha servido de algo na sua vida.
2010 foi um dos melhores anos da minha vida, indeed. Só não falo que foi o melhor pois não lembro de todos os anos que vivi, mas posso dizer que foi o melhor nesses últimos sete anos. É claro, já que a vida não é uma torta doce de chocolate com cerejas, teve várias pontos baixos em 2010, também. Pra mim, 2010 foi um ano muito irritante, não na minha vida, mas no mundo. Eu tentei explicar o porque, mas apaguei tantas vezes que desisti. Mas aí é só ignorar, que nem eu fiz, e seguir vivendo sua vida. Conheci duas das pessoas mais importantes na minha vida, me aproximei de algumas pessoas e dei adeus à guriazinha chatinha que eu era em 2009 (sério, não me vejo mais como a mesma pessoa *orgulho*). Não que eu não seja chata agora, mas pelo menos sou chata de outras maneiras menos chatas... ou não. Enfim! O que importa é que estou muito alegrinha com meu ano e estou bem positiva quanto 2011.

Pra finalizar, decidi fazer uma Playlist das músicas que eu mais ouvi esse ano, mais ou menos em ordem Janeiro > Dezembro:

So Happy I Could Die - Lady Gaga
Caramelldansen - Caramell (versão acelerada)
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CARAMELLDANSEN UH-UH-UH-AUA *pausa pra dancinha*

London Calling - The Clash
A Night Like This - Smashing Pumpkins (cover)
Daniel - Bat for Lashes
I'm on Fire - Bat for Lashes (cover)
(Ah, desisto de organizar por ordem! Agora vai ser random mesmo)
Miss Misery - Elliot Smith
Howl - Florence and the Machine
Girl With One Eye - Florence and the Machine
Blinding - Florence and the Machine
Waka Waka - Shakira
Did it Again - Shakira
Juicebox - The Strokes
Are You Gonna Be My Girl - JET
Hurt - Johnny Cash
Ocean of Noise - Arcade Fire
We Used to Wait - Arcade Fire
Black Hole - She and Him

E... é, acho que essa é minha playlist de 2010. Tem umas músicas aí que nem foram tããão ouvidas, e outras que eu certamente esqueci. Mas, nesse fim de ano, ando ouvindo muito Arcade Fire, The Strokes, Florence and the Machine e algumas músicas de outros artistas, como Elliot Smith, REM e Johnny Cash. (Ei, por que eu tô falando isso, who cares?)

Pra finalizar esse post, quero agradecer algumas pessoas por ter feito 2010 ser tão 2010. Vamos lá: Marina, João Pedro, Ima (ou Luiza, ou Imaga), Giovanna e Nintendo DS. Essi dois a todos vocês! E quero dizer que há várias pessoas que marcaram meu ano, maaaaaaas não vim aqui ficar mandando beijinho pra todo mundo, então ok. E que 2011 continue assim!

(E gostaria de dar um muito muito muito obrigada, um special thanks destacado, para uma certa pessoa que deve estar se perguntando o porque de não aparecer na lista anterior. Você sabe que é você, e não preciso nem falar mais nada que eu já sei que você sabe!)

P.S. (MAS QUE, isso nunca acaba?): É, eu sei que esse post foi bem sem-graça, mas foi mais pra marcar presença. Prometo que 2011 viremos full-power com posts épicos e emocionantes, esperem por nós!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

"Now our lifes are changing fast"

Obama sais: I want change!
Arcade Fire sais: Now our lives are changing fast, hope that something pure can last.
David Bowie sais: Ch-ch-ch-ch-changes!
House sais: People don't change.


Sim, caros terráqueos, lunáticos e uranos, esse post é sobre mudanças. Mudar de casa, pintar o cabelo ou mudar de sexo, é tudo mudança mesmo. Mas como esse assunto veio à cabeça? Nada, só o simples fato de vivermos todos os dias, sendo aí ou aqui.
O negócio é que as coisas mudam. Os seres mudam, o clima muda, as horas mudam, e as modinhas mudam (mais do que o normal). Você muda (sim, você mesmo, que está aí bundando na cadeira) e você não admite. Bota a culpa em todos, mas não admite que mudou. Não adianta criar mimimis e desculpinhas, você muda e pronto. Não se preocupe, meu caro estrangeiro, você é normal. (Se você falar "Nah, eu não mudei!", então você é um mentiroso... o que também te faz normal, aliás).
Eu mudei, e já que estou bem egoísta, falemos sobre mim. Eu mudei e não admiti. Recebi até broncas de amigos, inclusive em forma de postagem (quem foi, sabe). Quebrei algumas leis do Código Marciano e duvidei, cara-a-cara, das leis básicas da física. Só não duvidei de 42, porque convenhamos, 42 é 42 e pronto! Mas sim, eu mudei. Não por opção, é que a linearidade da vida tem buracos e falhas, e antes desviar do que cair na
trap e perder HP. Mudar já gasta MP, você vai mudando e mudando e chega uma hora que para, mas também zera o MP dado com amor e carinho pelos seus pais. ...Enfim, durante dois anos, mudei de Nintendogs e jogos de bichinhos para Phoenix Wright, Professor Layton e The World Ends With You, o que é um passo tão grande e vitorioso quanto a evolução do Magikarp para Gyarados, fascinating! E após uma metamorfose catastrófica e caótica, que envolveu brigas e revoltas camponesas, a pequena n00b que mantinha Ashley Tisdale como diva absoluta e usava seu Nintendo DS para jogar jogos de hamsters se transformou em mim, Marciana "número" B, também conhecida como Beenha (lê-se Binha) e outros diversos nomes e apelidos. Certo que, junto das besteiras, algumas coisas que eram características básicas minhas foram-se também, como o meu maior sonho, e será difícil simplesmente largar e dizer "É, cansei" para certas coisas. Mas estou feliz que tenha passado péssimos anos para chegar minha vida como é agora, acho que compensou. Espero que metamorfoses assim aconteçam com alguns conhecidos meus, porque alguém quase são confundir francês com italiano é tenso e te faz pensar "Por que, gente? Por que?".
Digo isso porque, ao pensar no começo do ano, eu vejo como as coisas mudaram. Para melhor ou para pior, mas mudaram. Há coisas que ainda precisam serem resolvidas. Inclusive com uma pessoa muito próxima, que acha que parou de mudar, mas continua mudando a cada dia. "Não achem que o problema (no caso, mudanças) de vocês é especial, porque não é!", me disseram uma vez, e acho que se aplica a uma amiga minha. Ela sabe quem é, e isso não foi uma crítica e muito menos uma bronca, só achei necessário.
Enfim... obrigada, MercadoLivre.com, irmão mais velho e YouTube, por fazerem de Beenha uma pessoa melhor. E obrigada a quem colaborou mas não tá na lista.

Moral da história: Mude, compre um DS e seja uma pessoa melhor. E não queira Selinho de Aprovação da Beenha depois disso (o que só provaria a sua necessidade urgente de mudanças).

...e lembre-se, mudança não é sinônimo de melhora.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Mary and Max (Os marcianos aprovam)




Saudações, lunáticos. Durante uma noite qualquer, depois de uma janta composta de sanduiches, eu me sentei em frente ao sofá e comecei a assistir o filme "Mary and Max", sem expectativas de ver o filme até o fim. Muitas vezes minhas expectativas não batem com o que acontece. Bem, caros lunáticos, essa foi uma das muitas vezes que isso aconteceu.

"Mary and Max" é um filme diferente daqueles que tanto lunáticos quanto marcianos estão acostumados a ver. O filme inteiro é narrado por um texto envolvente e, simultâneamente, cômico.
Max é autista, solitário e vive em Nove York. Mary também é solitária mas vive distante de Max, na Austrália. Em um dia aparentemente comum, Mary decide começar a se comunicar com algum morador de Nova York, a procura de respostas para suas dúvidas mais simples até as aparentemente difíceis de se responder. Mary pega a lista telefônica de Nova York, abre, fecha os olhos e com o dedo, escolhe um nome. Mary escolheu Max.
Mary, entusiasmada, escreve uma grande carta se apresentando e contando as tragédias/alegrias que aconteceram ao longo de sua vida.
Max, ao receber a carta, fica alegre e logo responde contando sobre suas manias, seu dia-a-dia e acaba contando também   as várias tragédias de sua vida, e os breves momentos de alegria.
Depois de muitas cartas, eles acabam virando amigos. Mary, a única amiga de Max. Max, a única amiga de Mary. 
À medida que Mary e suas dúvidas vão crescendo, algumas rachaduras no solo de sua amizade vão se formando.

O filme não tenta esconder como a vida pode ser cruel, como as pessoas que encontramos podem ser cruéis. Mas mostra também a força de uma verdadeira amizade. 
Conclusão: Qualquer ser (lunático ou marciano) poderia assistir esse filme. Eu não garanto que todos gostariam, na verdade, há pouca coisa no mundo (ou na Lua, ou em Marte) que nós podemos garantir. Agora, chega de sentimentalismo.
É hora de se preparar mentalmente para novas aventuras marcianas, ou simplesmente mais um dia de escola. 

Até outra hora, lunáticos intrusos.